7 leadership lessons from Jon Snow

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1. the first thing is to recognize you know very little, maybe nothing at all. But that you are willing to learn

2. sometimes your best ally is your enemy

3. to lead is not to be the commander, to lead is to engage others so that they want to follow you

4. gain hearts and brains, so that others will keep carrying your message even when you are not present

5. trust is the foundation upon which we build sustainable alliances

6. diversity matters

7. If you have leaders that are willing to take you to the wrong path, oppose them and let your troops know you are opposing.

Don’t Lorem Ipsum me / Não me venha com Lorem Ipsum

(or Letter to the one who wants to lead) (ou Carta a quem quer Liderar)

Tell me the true, in every occasion

Don’t come to me with euphemisms, with a golden layer on a hardball

Be a real leader, give me honesty and I shall return with commitment

Stay away from procrastination, from hiding facts and from miscommunicating

Don’t be afraid to tell me that you do not know the answer, let’s find it together

Don’t be afraid to expose yourself, a real leader is always transparent

Above all, unwrap and expose your weaknesses, we can’t excel if you do not show the real thing

To lorem ipsum is to be tiny centimeters away from being cynic

Instead, count on me to build great content

Don’t lorem ipsum me

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Não dissimule, conte-me a verdade em todas as ocasiões

Não me venha com eufemismos, nao doure a pílula

Seja um líder verdadeiro, abuse da honestidade e eu retornarei com comprometimento

Não procrastine, não esconda nada e comunique, comunique sempre

Não tenha medo de dizer que não sabe a resposta, vamos encontrá-la juntos

Não tenha medo de se expor, um líder é sempre transparente

Acima de tudo, desembrulhe e mostre suas fraquezas, não dá para atingir a excelência sem iniciar conhecendo a si mesmo

Em suma, não me venha com loren ipsum, isto é só um tantinho menos que cinismo odioso

Conte comigo para justo construirmos o caminho, desde que voce não me venha com lorem ipsum.

When the Winds of Change hits the Wall

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The world might be closing in and we are more and more like brothers, but not every wall is broken down so easily and under festive handshaking and hugs among everybody, like the famous song celebrates. In many cases, such as the creation of a JV or in a M&A, resistance is not to be underestimated.

In every organization, when the winds of changes blows there is much more than just the magic of the moment that plays a significant role. Normally there is also a bitter taste for many of the involved, specially from the side of the ones acquired or with a minority share in the JV. The ability to identify, engage and respect these ones is the key that ultimately will define that the change agents will win or not, and if they win, whether it is going to be a pyrrhic victory or not.

When the winds of change blows straight into the face of time and in the faces of the ones reluctant to change, they tend to act as if they were the Night’s Watch guarding the Wall. They really feel it like a storm wind, like if the coldest winter of them all would be coming (and it is coming!). Peace of mind, and organizational order will only be reached if you conquer them. They can never be defeated.

The Night’s watch normally takes nothing easy. Nothing shall pass. They defend bravely their positions, they have a history, and they feel belonging to something bigger. They do not want to take any crowns or glory. But they see themselves as shields guarding something real big. You cannot just come and blow everything into the air. They will need to believe in you. You have to make them see that the change is best for them and for the children of tomorrow.

No change agent wants to reign over a devastated land, a land depressed under a permafrost of ice and snow, like Pyrrhus had to. This is no victory, this is no change. It is only destruction. A true change agent wants to hear the balalaika.

Inovo, logo crio o que existe.

Fiz este texto para homenagear a um amigo e colega. Mas preciso dividir com todos vocês.

Motivados pelo Novo, seguimos o caminho como Veículos do Inexistente. Esperançosos virais de hipóteses a serem comprovadas. Instigadores do inédito. Rejeitamos a acomodação, refutamos crer que não se possa fazer melhor, quer pelo simplesmente diferente, quer através do inusitado. Adoramos respostas que abrem mais perguntas, como a luz passando pelo prisma e abrindo mais alternativas. Olhamos o passado para apreender, mas mais ainda, cerramos os olhos para tentar enxergar o que está além do horizonte. Escutamos a voz da experiência, mas aguçamos nossos ouvidos de vez para um som cujo timbre só o mais profundo silêncio pode nos permitir escutar: a voz interior que nos impele a fazer o que ainda não foi tentado. Sentimos na pele todas as coisas boas e também todas as agruras, mas nos arrepiamos mesmo é com o frisson das perspectivas do que ainda não pode ser tocado. O mau cheiro daquilo que fenece, que se vai, não nos incomoda porque sabemos que logo, logo o que recém floresce trará aromas indescritíveis. E, mesmo que tenhamos tido que engolir alguns indigestos sapões ao longo da luta, seu gosto arrefece diante do que realmente nos faz salivar.

A Inovação como Norte não é como agarrar-se a uma tábua de salvação, ou a uma Esperança apenas alicerçada na Fé. Tábuas de salvação e Esperança estão para os que se deixam levar, para os apóstolos do Acaso, do fortuito, dos Deterministas. A Inovação como Norte é terra de bravos, dos destemidos, dos que moldam a sinapses o que virá, o que será, o que iluminará. Há algum espaço para improviso, e os erros são partes do acerto maior. Mas, finalmente, o que garante o êxito da empreitada é este meu, teu, nosso Indomável Espírito do Buscador.

Mudança

De saber-se um crápula exalava com precisão os maiores impropérios. De achar-se um divino executava as maiores imprudências. De ter subjugado a todos mantinha os olhos fixos no nada.

A tudo e a todos igualava na baixeza dos tratos, na imundície dos pensamentos, na agressividade dos gestos. Pensava-se o maior. Aquele que não tem nem nunca tivera nenhum igual, a referência, o Um.

Foi quando se sentiu apunhalado vigorosamente, a espada cravando-lhe o coração bem no meio. Da horda de seguidores surgira aquele vergalhão imenso. Da multidão disforme havia se sobressaído Algo Novo, ganhado altitude e força e sobre o Um lançou-se como um bólido de videogame. O atingiu e se foi. De relance, Um viu Algo Novo voltando a se imiscuir entre todos, mas não sem antes poder perguntar:  “Como te chamas”. Algo Novo,  já percebendo a vitória iminente, responde, altivo: “Sou a mudança,  o que ainda não vês, mas que já te rondava havia muito. Fostes demasiado obtuso, o teu riso sempre presente, e não te destes conta, o poder te fragilizou”. O que antes era o impiedoso Um se desmantela diante de Algo Novo. “Incorpore-se a mim, implorou o Um,  juntos seremos ainda maiores e imbatíveis”. Algo Novo contesta: “Não percebes que já estás caído. Logo, logo te farei arder, já não podes mais. Resigna-te”.

E o Um fenece. Um que antes era tudo, já nada. E resplandece Algo Novo. Instantes depois, porém,  já se percebe neste os mesmos certos sinais que eram tão comuns em Um, os lábios vão se aproximando das orelhas lentamente, o que com certeza surge é um sorriso.

Na multidão, candidatos já se agitam. Algo Ainda Mais Novo já desponta célere e começa a sobressair da horda de seguidores com uma faca afiada na bainha.

Para bom Inovador, nem TODAS as idéias bastam

Idéias que surgem em fluxo exorbitante. Uma metralhadora de pensamentos.

Rajadas de planos mirabolantes, às vezes grotescos, para posterior lapidação. Visões vomitadas em lindas sinapses. Não consegue parar, é um depósito sem fundo de futuros possíveis. Inesgotáveis os cenários que desafiavam toda lógica conhecida e que vazam a todo instante de dentro dos bolsões latejantes dos seus hemisférios.

Questiona sem parar, em constante maré alta, inundando os incautos à sua volta. Do alto de seu poder gerador, nada parece improvável, impraticável, impossível, irreal.

Não arrefece. Tudo é apenas questão de tempo e esforço. Se ainda não existe, é porque ainda não fora pensado.

Não conta com barreiras de nenhuma espécie. Aposta na força pura das construções de sua mente. Um celeiro de sementes fortes, fertilíssimas.

O inesperado, o inacreditável, tudo dentro de si. Um homem além da imaginação.

Não criar é morrer se debatendo com as impossibilidades da Imperfeição.

Por ocasião da Rio + 20

  1. Crescimento insustentável é igual a universo em expansão. Todos sabem como acaba, só não se sabe quando.
  2. Se o crescimento pode ser sustentável, a recessão é mais sustentável ainda?
  3. Sustentar o crescimento não é igual a crescimento sustentável
  4. A insustentável sustentabilidade do crescimento
  5. Rio + 20. Mais vinte mil toneladas de CO2 em emissões por ano desde a Rio 92.
  6. Fomentar o consumo sem contrapartidas ambientais é como curar febre de quem está com hemorragia
  7. A Europa cresceu devastando, os EUA cresceram devastando. A China cresce devastando. A América Latina quer ter o direito de devastar para crescer. A África…, bem a África devasta-se.
  8. A inovação está para o crescimento sustentável assim como a inércia está para a devastação insustentável.
  9. Inove ou Devaste.
  10. Tudo o que der errado na Rio + 20 a Rio + 40 não poderá consertar.