7 leadership lessons from Jon Snow

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1. the first thing is to recognize you know very little, maybe nothing at all. But that you are willing to learn

2. sometimes your best ally is your enemy

3. to lead is not to be the commander, to lead is to engage others so that they want to follow you

4. gain hearts and brains, so that others will keep carrying your message even when you are not present

5. trust is the foundation upon which we build sustainable alliances

6. diversity matters

7. If you have leaders that are willing to take you to the wrong path, oppose them and let your troops know you are opposing.

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Onde estar em 2013 / Where to be in 2013

Segue uma lista muito particular de lugares e datas para acompanhar em 2013.

1.  Caracas, 10 de janeiro :  Sem Chavez ?

Caracas, 1/10. Life after Chavez?

2. Qualquer lugar, 31 de março, desde que em frente a um televisor: estréia da terceira temporada de Game of Thrones.

Anywhere, 3/31, provided you are in front of a tv set. Season 3 of Game of Thrones begins

3. Amsterdam, 13 de Abril : Reabertura do Rijksmuseum

Amsterdam, 4/13. Reopening of the Rijksmuseum

 

4. Paris, 6 de Maio, dia mundial do Orgão, música na Notre-Dame em celebração aos 850 anos da Catedral. Clique aqui para mais informações.

Paris, 5/6, world organ day. Music at the Notre-Dame de Paris in celebration of its 850th anniversary. Click here for more info.

5. Argentina, 7 de junho. Classificação da Argentina para o Mundial de 2014, Argentina vs. Colombia

Argentina, 6/7. Match Argentina vs. Colombia will define that Argentina will take part in the soccer World Cup Brazil 2014

6. Londres, entre 26 de junho e 8 de setembro, exposição Vermeer and Music: The Art of Love and Leisure

London, between 6/26 and 9/8, exposition Vermeer and Music: The art of love and leisure

7.  Dallas, 22 de Novembro, Dealey Plaza. 50 anos do assassinato de JFK pelo covarde Lee Oswald

Dallas, Dealey Plaza, 11/23. 50th anniversary of the assassination of JFK.

É isso aí.

Game of Thrones – Impressões da 2a Temporada

Impossível não pensar em Sísifo. A primeira e a segunda temporadas de GoT me pareceram um grande esforço montanha acima, cujo ápice nunca chega. Não existem respostas, não existem soluções, apenas um crescendo que promete, promete, mas não entrega. Como não li os livros de George R.R. Martin, não sei dizer se isto vem de lá, ou se é coisa da HBO. O fato é que queremos desesperadamente ver o cume!

Prova de que as qualidades desta produção superam em muito este reles desejo de finalizar as coisas. As grandes histórias na verdade nunca terminam.  Belas performances de muitas das personagens, principalmente Peter Dinklage, como o hábil meio-homem e estrategista por inteiro e de Theon (Alfie Allen), cujo semblante de alucinado é apropriadíssimo para o seu papel de guerreiro sem guerra. A brutamontes Brienne é uma grata surpresa, no meio de tantas mulheres que só tem o corpo para mostrar e nenhum talento.

E o reizinho Joffrey (Jack Gleeson) , por mais asqueroso, merece nosso aplauso. Ele consegue ser unânime no quesito ódio absoluto. O venal Littlefinger (Aidan Gillen) também é soberbo em seu papel bestial.

A mistura, ainda que tímida de fantasia alucinante com Idade Média está funcionando bem. O final desta segunda temporada deixa a entender que a terceira parte será bem mais equilibrada neste aspecto. O que antes era apenas insinuado agora ficou explícito.

A luta por Westeros deve continuar a todo vapor. Nem mesmo o derrotado Stannis deve ser considerado carta fora do baralho na luta pelo Trono de Ferro. Os Stark parecem levar a preferência, afinal são os mais normais entre todos. Os Lannisters primam por serem todos detestáveis, exceto o anão. Não deve sobrar um sequer vivo. Theon e sua irmã parecem ter poucas chances, apesar da bravura. E ela, a dos dragões, correu por fora e parece agora mais bem posicionada para reivindicar sua herança. Meu voto vai para a esta The Girl with the Real Dragons.

Game of Thrones é uma ótima pedida. O esmero da HBO em cima de uma obra consistente resulta neste querer mais da platéia. Agora resta esperar a próxima leva de episódios (2013). E que a pedra não role montanha abaixo.

Winter is coming to stay.

Como Foi Pensada a Primeira Temporada de Game of Thrones

WonderCon 2011 - HBO's Game of Thrones booth
Image by popculturegeek.com via Flickr

Não li o livro. Talvez isso me condicione um pouco ao fazer esta rápida análise do que vi na TV. Mas creio que também me credencia a olhar de forma mais isenta para esta série sem estar tão emocionalmente ligado, o que às vezes gera uma coisa meio tendenciosa. Então, para mim a primeira temporada de Game of Thrones bem que poderia ter sido pensada mais ou menos assim:

1. “vamos criar um primeiro capítulo muito promissor, cenas fortes e uma cena final de lascar. Depois podemos deixar a trama amornar, o pessoal vai ficar ligado esperando que tudo engrene de novo. Acho que com isso, temos uns 6 ou 7 episódios onde podemos enrolar e não mostrar nada, largar mesmo, e deixar sem emoção”

2. “tá bom, creio que apenas precisamos assegurar que eles odeiem os Lannisters e adorem os Starks, mas sem arroubos. Com isso garantido, podemos até ter uns erros de continuísmo, de lógica, de tudo”.

3. “certo. E abusamos das cenas de sexo e expomos corpos nus à revelia, mesmo sem ter nada a ver com o contexto.”

4. ” mas não podemos deixar de retomar as rédeas nos últimos dois episódios (9 e 10), fazendo algumas reviravoltas”

5. (spoiler) “vamos matar o mocinho!”

6. “E anunciar a volta da Magia, que depois de tão anunciada no primeiro capítulo, temos de aproveitar melhor ”

7. “certo. E é bom lembrar que contamos com alguns bons atores que seguram a onda e fazem o público seguir insistindo, como por exemplo, o Half-Man Peter Dinklage

8. “importante deixar ótimos ganchos para a segunda temporada, onde aí sim ou engrena de vez ou perdemos tudo”. Viramos mais um “Flash Forward” .

9. “isso não! Tá certo que não seremos Roma, onde aí sim a HBO mandou bem, mas “Flash Forward”, isso seria muito fracasso.

10. “é isso aí”.

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Resumo (mesmo! ) de férias

Gene Kelly dancing while singing the title son...
Image via Wikipedia

Filmes:

Os doze condenados (12 Angry Men) – nunca deixe de expressar sua opinião

A viagem de chihiro – alguém pode me explicar ?

Esposa troféu (Potiche) – genial, Ozon! Luchini é um furação na tela.

Dançando na chuva (Singin’ In The Rain) – bom de rever

A outra (Another Woman) – Um Woody mais pesado, fase Bergman, para fazer contra-ponto com seus filmes mais leves atuais

Um dia de cão (Dog Day Afternoon) – Pacino, Pacino!

Minha versão do amor (Barney’s Version) – Imperdível, Paul Giamati dá um show e ótima ponta de Dustin Hofmann

The Adjustment Bureau – Se algum dia você fez um Plano, você vai gostar.

Cisne Negro (Black Swan) – bom, intenso.

Livros :

Our Choice – o ebook alçado a um outro patamar.

Liberdade (Freedom) – sigo a leitura no pós-férias, half way thru

Expo:

6 bilhões de outros – curioso, agora Yann Arthur tem a visão do todo e do individual. Parece que ele leu Lispector, ” a impessoalidade absoluta do mundo versus a minha individualidade como pessoa”

Kubrick em Paris, na Cinemateque > Muito bom, toda a filmografia do cara, inclusive os filmes que ele não fez.

Tv:

Guerra dos tronos (Game of Thrones)  > até agora, não chegou lá. A Terra Média segue imbatível.