Voos que vão surgir no Brasil nos próximos anos

Terminal 2 de GRU
Image via Wikipedia

Quando a infraestrutura aeroportuária permitir, uma série de novos voos internacionais surgirão a partir de São Paulo. Eles servirão para atender uma demanda reprimida, criar novas oportunidades de turismo e negócios. Alguns poderão não se mostrar viáveis como operação regular, mas poderão ter um apelo seja para charters ou para uma operação de temporada.

São eles:

São Paulo – Tenerife > o voo facilitaria o turismo de brasileiros nas Canárias, ilhas espanholas na costa da Africa que recebem milhões de turistas por ano.  O tempo estimado de voo seria de 7 horas e meia. Hoje, para chegar nestas ilhas, o cidadão tem de ir até Madrid e voltar a Tenerife (10h30 de voo até Madrid e mais 4 para regressar) o que se configura um desafio logístico impensável.

São Paulo – Calama >  a porta de entrada do deserto do Atacama fica logo alí, 3h00 de voo, mas hoje, via Santiago, são 4h mais 2h de Santiago a Calama, sem contar o tempo em terra, inviabilizando este destino para quem apenas dispõe de uns poucos dias de férias.

São Paulo – Cairo > com 12 horas de voo chega-se direto na capital egípcia. Com o final do voo da El Al para Telaviv,  seria o caminho mais curto para toda a região do Medio Oriente.

São Paulo – Auckland > Hoje para brasileiros irem para a Oceania, somente com escalas em Buenos Aires ou Santiago. o Voo direto estimo em 14 horas, totalmente factível com as aeronaves de hoje.

São Paulo – Vancouver > para chegar nas Rochosas Canadenses, ou como via de acesso ao Alaska, nada melhor.  Em apenas 13 horas de voo. E de Vancouver para a Ásia, muitas ligações diretas.

São Paulo – Los Cabos > os melhores resorts do México, sem o risco dos furacões na zona de Cancun. 10 horas de voo. E criando ótimos possibilidades de conexões com os EUA, devido ao grande fluxo de low-cost carriers que levam os gringos para lá, principalmente do Oeste americano.

São Paulo – Helsinki > Helsinki é Hub da Finnair, que tem ótimas conexões para a Ásia via o pólo norte. 13 horas de voo

São Paulo – Cape Town >  o Rio de Janeiro da Africa, sem conexão em Jo’burg.

São Paulo – San Jose > para o centro da América Central, da bela Costa Rica, terra de surf, turismo responsável e de aventura, e aproveitando todas as conexões da TACA. E ótima competição para a COPA, que é ótima, mas 7 horas em um 737 é dureza.

São Paulo – Seychelles > o paraíso logo alí, a 13 horas de voo.

São Paulo – Viena >  porta de acesso à Europa Oriental, com as melhores conexões para tudo que ficava atrás da cortina de ferro

São Paulo – Philadelphia > o outro hub da US Airways, que hoje conecta o Brasil com os USA via Charlotte (?). Philly é mais história (berço da independência americana) e está a meio caminho entre NY e Washington.

São Paulo – Lyon ou Marselha > para descongestionar as ligações para a França, além de ser um pulo para a Provence e a Cote d´azur.

São Paulo – Atenas > a velha conexão que a VASP fazia poderia ser resgatada, facilitando a exploração do Egeu.

É isso aí,

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