Alice no País das Maravilhas (4) : Tim Burton e os desafios do livro de Carroll

Comemorando a estréia do filme hoje (calma, é só nos EUA), segue a nossa série sobre “Alice no país das maravilhas”.

E eis que, lá pelas tantas, surge o Gato! Quem não tem na memória o Gato de Alice? O Gato com um enorme sorrisso…..o Gato que surge só pela metade, só a cabeça, ou só o rabo, ou que desaparece aos poucos em cima da árvore. Vão-se as patinhas, o rabo, o corpo todo, fica só a cabeça, com aquele sorrisso…até que some também a cabeça e finalmente temos só…o sorisso! Enormes dentes brancos, perfeitamente encaixados. Não sei quanto a vocês, mas para mim, é uma das imagens clássicas da infância. E agora teremos o Gato de Cheshire em 3D! Cuidado Tim, há milhões de adultos aqui fora que, neste caso, não querem que você seja um iconoclasta! Não neste caso.

Mas o Gato tem uma das passagens mais marcantes também no que se refere ao texto de Carroll. O diálogo entre Alice e o Gato é o seguinte:

Pergunta Alice: “Poderia me dizer, por favor, que caminho devo tomar para sair daqui?”
Responde o Gato: “Isso depende bastante de onde você quer chegar”.
E Alice: “O lugar não importa muito…”
-“Então não importa que caminho você vai tomar”, diz o Gato.

Brilhante! Essa passagem já foi muitas vezes tomada emprestada e usada como metáfora. Mas original é original.

É isso aí! Eu acho que vi um gatinho…….

Veja todos os posts da série sobre o filme aqui.

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