Critica do Cinema Francês III – Eterno Amor

Acabei vendo este filme dentro de um avião, um ótimo consumo de 2 horas inúteis. Valeu a pena para conferir uma atuação mais antiga de Audrey Tatou, que vem aí no papel de Coco Chanel. Audrey que nos encantou como Amélie Poulin, e de outros acertos, até mesmo em blockbusters como O Código Da Vinci. Aqui, ela acerta novamente, e constrói uma ótima personagem, que não desiste nunca. Sua luta, e sua esperança, é por notícias de seu noivo, que foi combater nas trincheiras francesas em plena I guerra mundial, em 1917. O título em português falha ao sintetizar demais o original, que se traduzido ao pé da letra seria algo como “Um longo domingo de noivado” (un long dimanche de fiançailles).
Mas não temos só Audrey brilhando aqui. A reconstrução do cenário da guerra é magistral, as trincheiras nos transportam de forma atroz para o campo de batalha. Não há concessões e toda crueldade é mostrada. Mas o filme é cheio de momentos líricos, lúdicos e maravilhosos. Não há como não se encantar quando retrata a infância do casal, com o passeio no farol, com o romantismo exercerbado dos dois. Um belo filme. Bonus: a presença de Marion Cotilliard, que depois brilharia como Piaf.

É isso aí.

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