O novo Batman

Foi bom, foi muito bom. É uma grande fábula moderna. Os questionamentos surgem a todo instantes: o que é o Bem e o Mal? Vale a pena fazer o Bem? O que é ser ético ?

A riqueza da construção deste roteiro para mim sobrepuja-se ao tão aclamado trabalho do ator H. Ledger como o Coringa. O Coringa serve como instrumento perfeito para o autor expressar suas inquietações, mas também assim servem o próprio Batman, o Procurador e Morgan Freeman. 

Querem exemplos?

1.  O dilema em que o Coringa coloca Batman, quando mantém reféns dois personagem caros ao Morcego. Quem Batman vai escolher salvar? A cilada moral em que o Coringa coloca Batman, desencadeia uma virada espetacular em um personagem.   

2. O Coringa invade com muita ousadia uma reunião da Máfia de Gotham. O lugar é altamente escrutinado, até com aqueles aparelhos que detectam metais nos aeroportos, mas o Coringa está lá com o bolso cheio de granadas. A platéia nem liga. Como ele lida com o momento é que vale, como ele enfreta toda a Máfia sozinho.

3. Ao final do filme,  o Coringa usa de novo de uma cilada moral, no jogo de vida ou morte com os presidiários maus e os cidadões comuns. Pode render boas horas de discussão com seus amigos a solução dada pelo Diretor.

Em resumo, além de grand eespetáculo, faz pensar. Grande filme.

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