Critica do cinema francês – Esposa troféu (Potiche)
François Ozon faz aqui um retrato sensacional dos anos 70, neste filme que é ao mesmo tempo irônico e requintado. Ele abusou do deboche e do escracho, mas não transformou este material em um pastelão, pelo contrário, o riso correu solto devido à inteligência das cenas criadas. Potiche é um filme-crítica às organizações e a [...]
O melhor do cinema francês estará em março em São Paulo!
São três (!) mostras dentro da Semana da Francofonia. Absolutamente TUDO o que é importante da Nouvelle Vague está aí, ótimos exemplos dos clássicos e do cinema contemporâneo também. Como é impossível ver tudo, minhas sugestões vão destacadas na enorme lista abaixo. Alonsenfant! 1. SEMANA DA FRANCOFONIA: “CLAUDE CHABROL E OUTROS AUTORES DA NOUVELLE VAGUE” [...]
Crítica do cinema francês: O pequeno Nicolau – Le petit Nicolas
Em algum tempo já perdido, de um passado que a Nova Modernidade insiste em nos roubar, todos fomos Nicolas. Basta que surjam as primeiras imagens deste filme para que as memórias venham à tona, emergindo de algum recôndito neuronial qualquer. E, mesmo que o Sr. Acaso não tenha brindado você com uma infância lúdica, pura e simples como [...]
Crítica do cinema francês : O Profeta
O sistema, o sistema. Não sabemos quem é este que chega, preso, assustado. Mas algo nos diz que ele é bom. Ele não sabe nada, a camera de Audiard o toma por inocente, daria quase que para apostar nisso. E os guardas parecem mais estúpidos do que ele, mais violentos do que ele, mais escória [...]
Crítica do Cinema Francês : Mademoiselle Chambon
O silêncio só pode ser rompido pelo sublime, parece nos querer dizer o diretor Brizé. No filme, uma história de amor simples, entre um pedreiro e uma professora de primário, vale o que não está dito. Mas não é preciso muito mais que alguns minutos para que se perceba todo o potencial deste não-falado, não-comunicado. [...]
Crítica do cinema francês – A professora de piano
Este vencedor de Cannes em 2001 eu ainda não havia visto e ….uau! Deu para entender porque Haneke depois fez a obra-prima Caché. Um filme bastante ousado, excelente na narrativa e na interpretação de Isabelle Huppert, que consegue transmitir muito com o mínimo de gestual. É fascinante quando, em closes de seu rosto, de repente, [...]
Critica do Cinema Francês III – Eterno Amor
Acabei vendo este filme dentro de um avião, um ótimo consumo de 2 horas inúteis. Valeu a pena para conferir uma atuação mais antiga de Audrey Tatou, que vem aí no papel de Coco Chanel. Audrey que nos encantou como Amélie Poulin, e de outros acertos, até mesmo em blockbusters como O Código Da Vinci. [...]
